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Quando éramos crianças todos tinham
a preocupação com as notas e passar
de ano.
Chegamos à adolescência e queremos
conhecer novas pessoas e criar novas relações.
Um pouco mais tarde, infelizmente para uma minoria,
vem o vestibular, outra fase bastante importante
em nossas vidas, talvez a primeira grande responsabilidade
social de um estudante. Já para quem não
teve a sorte de estudar a primeira responsabilidade
social vem na necessidade do auto-sustento e o
sustento familiar.
Passando o vestibular, mais cedo ou mais tarde,
criamos a segunda grande responsabilidade social
a de estudar e preparar o futuro profissional.
Alguns desviam seu caminho para outra forma de
ganho financeiro, outros fazem mais um vestibular,
outros ficam um tempo longo na faculdade, mas
no final todos se formam.
Ai vem outra grande responsabilidade social.
O namoro e por conseqüência o casamento,
a construção e a responsabilidade
familiar. Assim como as outras fases essa pode
também variar bastante de pessoa para pessoa.
E um dia chega a almejada aposentadoria, para
aqueles que mais uma vez puderam ter a sorte de
se planejar ou conseguir uma carteira assinada,
ela chega mais rápido, para outros um pouco
mais tarde ou infelizmente para alguns nunca chega.
Esses breves parágrafos descrevem basicamente
uma ordem cronológica da vida, a qual para
alguns é mais árdua que para outros,
todavia, é a vida e temos que seguir em
frente.
Já para a sorte de todos que estão
lendo esse texto em algum momento dessa nossa
vida surge a Umbanda. Uma religião 100%
brasileira, um fato que para mim é muito
importante.
Nossa religião tem mais de 100 anos e
durante esse tempo lutou para ser reconhecida
com uma religião do bem, de respeito, de
amor. E nessa fase da vida, para os umbandistas,
surge outra grande responsabilidade.
Cuidar da nossa religião. Ou seja, sempre
refletir antes de seus atos, pois eles estão
diretamente ligados a umbanda.
Com permissão do Pai Fernando de Ogum
quero sintetizar esse pensamento com uma breve
frase. Vamos praticar a “Umbanda pés
nos chão”.
Saravá a todos!
Rogerio Scheibe Filho
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