| Antes
de analisarmos as entidades que trabalham
na Umbanda, devemos ter um conhecimento
superficial de alguns espíritos
que coabitam conosco o planeta Terra.
Eu entendi isso com uma experiência
que jamais vou esquecer. Concentrado
na mesa de trabalhos espirituais quando
então eu era kardecista vi um
menino de uns sete anos brincando com
uma bola. Estava envolvido por um mundo
de trevas que me assustou. Entidades
feias e escuras estavam ao lado do garoto,
que me pareceu estar correndo um grande
perigo, pois julguei que ele estava
sendo perseguido por essa turba desajustada
e de energias pesadas. Nesse momento
o guia explicou-me que isso era o que
eu estava vendo, e ele iria mostrar-me
o que o menino via. Imediatamente a
escuridão deu lugar a um sol
lindo, os montes escuros se iluminaram
e se transformaram em jardins floridos
e encantadores, no horizonte dava para
ver um céu azul e tranqüilo,
uma suave brisa morna envolveu meu corpo
e vi lindos espíritos que acompanhavam
o menino brincalhão. Entendi
os dois mundos: conforme o meu estado,
se triste e cheio de amarguras, eu me
envolvo em uma vibração
semelhante, mas se eu estiver alegre
e com o coração voltado
para Deus, posso enxergar a beleza de
uma vibração espiritual.
A partir desse momento eu tinha noção
de avaliar as várias camadas
espirituais e os planos que as entidades
habitam. Isso é apenas uma pincelada
de um mundo muito maior, mas achei interessante
explicar para que seja entendido o funcionamento
do mundo espiritual e como eles vivem
nesses planos. Um espírito quando
desencarna, conforme seus méritos
algum caminho ele vai tomar. Vejo muitas
pessoas falarem que o espírito
não pode se manifestar antes
de três dias, ou como pode estar
evoluído se desencarnou há
pouco e assim por diante. No mundo espiritual
não existe tempo e hora. Existe
um ciclo evolutivo sem marcas, que poderia
ser em nosso plano de um segundo até
um século. Refuto as horas marcadas,
e com as tais horas grande (meia noite)
tão observada pelos umbandistas.
Eu me atrapalho quando o governo resolve
mudar para o chamado horário
de verão, pois não sei
se a hora grande será na meia-noite
ou na primeira hora do dia seguinte.
Fiz essas menções para
poder explicar sobre os espíritos.
É muito comum quando alguém
desencarna ele aparecer para várias
pessoas em lugares diferentes. Falei
já sobre a aura, ou seja a
matéria, o duplo etéreo
ou cascão, o perispirito e
o espírito. Tudo que ocupa
espaço tem um duplo etéreo,
desde os homens, animais, plantas
e todos os objetos criados. O que
aparece para as pessoas é o
cascão do desencarnado, que
é quase material e logo de
dissolve, como se fosse a tela de
um lampião à gás.
Daí em diante o espírito
fica com o perispirito, e à
medida que o espírito evolui,
também vai desaparecer, até
ficar só o espírito,
aqueles que nós chamamos de
luz. Às vezes o espírito
desencarna e não tem consciência
disso. Passa a viver no mundo material,
vai ao trabalho, fala com a família
e fica irritado quando não
lhe respondem. Ele vive como nós
quando estamos sonhando, que mudamos
de lugar e cenas repentinamente. Acho
que posso dar esse exemplo com um
filme que acredito que todos tenham
assistido, e quem ainda não
o assistiu que trate de faze-lo pelas
locadoras de vídeos: O Sexto
Sentido. Nesse filme o personagem
vive no mundo dos encarnados pensando
estar encarnado e ele só é
visto pelo menino vidente.Tanto esse
filme como o outro chamado Ghost ·
O Outro Lado da Vida, todos devem
assistir. A felicidade dos diretores
foi tão grande que eles se
transformaram em filmes educativos
para os aprendizes do espiritismo.
Tudo perfeito e como realmente acontece.
Vamos deixar o grandalhão Bruce
Willys de lado para voltar ao espírito
que desencarnou e não sabe.
Ele briga com toda a família
porque sendo ignorado ele acredita
estar sendo desrespeitado. O que se
deve fazer para encaminhar um espírito
desse tipo é apenas dar-lhe
conselhos, afasta-lo delicadamente
sem nenhuma evocação
dos exus, pois é um trabalho
para a Umbanda e não para a
Quimbanda. Normalmente quando eles
tomam o choque da realidade do desencarne,
caem em profundo choro e são
serenamente levados pelos espíritos
guias que os levam às colônias
e hospitais do espaço. Alguns
deles, exercendo o livre arbítrio,
apesar de saberem que desencarnaram
continuam presos à matéria,
alimentando seus vícios, desde
o sexo até as drogas e bebidas
alcoólicas. Eles induzem os
encarnados fracos a se prostituírem,
a beberem, a se drogarem e a outras
infinidades de situações
que não condizem com a ética
humana e social. São mais difíceis
de se convencerem, mas um dia outro
acabam sendo levados pelos seus protetores.
Existem ainda os espíritos
vingativos, que sabem que desencarnaram
e prejudicam aqueles que eles entendem
como seus inimigos. Um detalhe interessante
é que os espíritos que
querem viver junto à matéria,
precisam da energia dos encarnados
que funciona como sendo uma ancora
e os prende aqui. Isso causa nos encarnados
que doam essa energia inconscientemente
situações de incômodos,
desespero, sensações
da morte e arrepios. Dei pequenos
exemplos para todos entenderem a complexidade
do mundo espiritual atrasado dos espíritos
comuns, familiares e que dividiam
conosco o espaço físico
do nosso mundo. Esses espíritos
são facilmente encaminhados
pelos guias e mentores espirituais,
exceto quando eles tornam-se vitimas
dos espíritos que formam o
exército dos malfeitores do
espaço, os inimigos do bem,
os habitantes do astral inferior.
São os espíritos animalizados,
inteligentes e tentam destruir tudo
que é bom. Os espíritos
comuns são pequenas pombas
sob a vista do gavião caçador.
Ficam sem defesa, sofrem, são
subjugados e acabam tornando-se soldadinhos
dos generais da escuridão.
Aí entra a Umbanda. Esse é
o nosso trabalho e para isso a religião
foi criada. Para combater as forças
inteligentes do mal, aqueles que manipulam
a magia negra, que amaldiçoam
Deus e zombam do cristianismo. Eles
criam campos de força de tal
grandeza para a prática do
mal, que só mesmo a Umbanda
tem a capacidade, facilidade e inteligência
para derrota-los, através da
magia do preto-velho, do caboclo e
do exu. A permanente demanda da Umbanda
é contra o mal, através
da magia bondosa da ação
e doces palavras desses Orixás
que nos guiam e protegem.
1 - Os espíritos para trabalharem
na Umbanda têm que ter tido
uma reencarnação dentro
das características das entidades
que fazem parte da religião.
Digamos que um espírito desencarna,
conquista sua evolução
e está em condições
de trabalhar incorporando um médium.
Quer trabalhar como caboclo, mas se
não tiver sido em vidas anteriores
um deles, não tem como inventar
um cascão, uma vez que ele
não ocupou um corpo de índio.
Chama-se ·usar o cascão
de uma vida anterior· .
2 - Mesmo um espírito contemporâneo
quando usa um cascão de vida
anterior, vem com todas as características
e a cultura daquela vida. Digamos
que um médico que desencarnou
neste século, se voltar como
índio que desencarnou há
século anterior, vai ser exatamente
como viveu naquela época, apagando
o seu comportamento como médico,
embora possa, em outra linha, trabalhar
como médico e não se
comportar como índio. .
3 - Podemos separar de uma forma
grosseira dois tipos de estágios
dos espíritos: o sofredores,
que são os espíritos
comuns, e os malignos que são
os que estão ao serviço
da magia negra. Os primeiros podem
ser atendidos pelo espiritismo tradicional,
e os segundos somente através
de trabalhos de construção
de forças positivas, no caso
a Umbanda.
Perguntas e respostas sobre
espíritos:
Pergunta: Como a
gente faz para usufruir de alguns
prazeres da vida com uma certa proteção
espiritual?
Resposta: Tudo o
que ultrapassa o razoável não
é bom. Devemos perceber quando
o prazer esta em excesso para domina-lo
sem deixar este que ele se transforme
em um tormento. Quando não
se domina-lo, pode estar acontecendo
a interferência de um espírito
que partilha desse prazer, o que é
um obsessor. Devemos ficar vigilantes
para que isso não aconteça.
Pergunta: Qual a
diferença entre possessão
e obsessão?
Resposta: Na obsessão
o espírito apenas dá
a idéia de fazer alguma coisa,
e a pessoa com seu livre arbítrio
decide se faz ou não. Na possessão
o espírito domina e toma conta
da pessoa. São verdadeiros
animais. Um exemplo é o de
um menino de 14 anos que entrou carregado
por outras pessoas no centro kardescista
que eu trabalhava. Eu percebi que
ele estava possuído por um
espírito. Depois da realização
de um trabalho o menino voltou a si
e disse que não sabia o que
lhe acontecia, mas sabia que um bicho
grande e feio pulava nele.
Pergunta: Nós
temos uma facilidade em absorver estes
espíritos, mas como fica o
nosso espírito? Ele é
passível a isso tudo?
Resposta: O obsessor
projeta o desejo e você exerce
o seu livre arbítrio. No fundo
o teu espírito é quem
aceitou a idéia.
Pergunta: Nós
temos as nossas obsessões.
A possessão seria uma soma
dos espíritos que obsidiam
em uma mesma freqüência?
Resposta: Na obsessão
você não é possuído,
é um espírito que te
incentiva, cabendo a você seguir
os conhecimentos adquiridos na Umbanda
e trabalhar o seu interior não
permitindo ser dominado. Na possessão
a vontade é única do
espírito dominador.
Pergunta: Quando
você vem para o terreiro, você
não traz o obsessor?
Resposta: Na maioria
das vezes.
Pergunta: Uma das
funções do médium
não é trazer este espírito
para o terreiro onde ele será
encaminhado?
Resposta: Sim, isto
acontece mesmo. Mas não espere
que o guia diga que você está
com um obsessor. Você tem que
pedir, não para que o levem
embora, mas sim para que encaminhem
este espírito para um lugar
de luz. Eles estão sofrendo
por não saberem e se conscientizarem
da situação em que se
encontram, que não tem nada
a ver como que a pessoa viveu na terra
evolutivamente. As pessoas morrem
e os seus espíritos ficam uns
com consciência do desencarne,
e outros não sabem que desencarnaram
e ficam revoltados com o estranho
pouco caso que os encarnados lhes
dispensam. Nós não podemos
medir o estado do espírito
pelo que ele foi quando ocupava o
corpo carnal.
Pergunta: Eu imagino
que quando eu entro no terreiro os
espíritos atrasados que me
acompanham serão levados embora
mesmo sem eu pedir. É certo?
Resposta: Vão
embora em termos. Por causa da tronqueira
alguns espíritos não
entram no terreiro. E quando você
sai eles estão te esperando
lá fora. Além disso,
se você aceita um, obsessor
você exerceu o livre arbítrio
impedindo que entidades protetoras
que possam afasta-los de você.
Comentário do Pai Fernando
de Ogum: Quando você
está com um obsessor você
começa a sentir o que o espírito
sente. Mas se você percebe que
é um espírito você
não se deixar influenciar.
Muitas vezes o espírito nem
sabe que está causando algum
mal. É normal uma pessoa desencarnar
e querer ficar com a família
por amor e hábito, causando
a eles muitas inconveniências.
Pergunta: Como saber
que a minha dor é devido à
um espírito?
Resposta: Pela intuição
e pelos sintomas. A intuição
é muito importante no desenvolvimento
mediúnico. Toda a doença
tem sintomas, e a obsessão
é uma doença espiritual
e seus os sintomas iremos analisar
mais tarde.
Pergunta: Eu acredito
que a intuição é
uma coisa nata, sem desenvolvimento.
Estou correta?
Resposta: O treinamento
da intuição é
separa o real do irreal. Tem que saber
quando é intuição
e quando não é, senão
a pessoa começa a entrar no
mundo da ilusão e da criação
imaginativa. A intuição
é a percepção
de um fato do presente. O passado
e o futuro é devem ser desprezados
na lida da intuição.
Pergunta: Podemos
dizer que a maioria das coisas erradas
que fazemos é influência
dos espíritos?
Resposta: O espírito
influencia porque você já
estava errado. Vibração
ruim atrai espírito ruim. O
semelhante atrai o semelhante.
Pergunta: A obsessão
só acontece com as pessoas
que estão com baixa vibração?
Ou os espíritos obsessores
podem buscar a luz em algumas pessoas?
Resposta: Quando
a pessoa se envolve com o alcoolismo
ou a droga inicia-se um processo vibratório
da baixa freqüência atraindo
os espíritos que vivem nessa
camada negativa podendo tornar-se
uma vitima do assédio desses
espíritos viciados, dificultando
a cura de seu vicio.
Pergunta: Manifestações
através de ruídos, barulhos,
existem ou são apenas imaginações?
Resposta: O movimento
da matéria por um espírito
depende da criação de
um campo de força (manipulação
de energia, ectoplasma). São
normais esses fenômenos físicos.
Pergunta do Pai André
de Xangô: Quando esses
fenômenos acontecem tem que
ter deslocamento de ectoplasma. Uma
vez foi feito um trabalho no terreiro
para um bebê que estava com
água nos pulmões, eu
tinha em casa um aquário de
vidro com 90L de água que esvaziou
3 vezes, eu colocava água e
a água sumia. No dia seguinte
o ronco estava alagado. De onde pode
ter saído este ectoplasma?
Resposta: Nesse caso
não é ectoplasma, é
magia. No momento em que fizemos um
trabalho criamos um campo de força
que pode ter ocasionado isto.
Pergunta: Se eses
barulhos ocorrem devido ao deslocamento
de ectoplasma que pode ser direcionado
para cura. Eu vejo espíritos
todos os dias, principalmente à
noite. Isso também pode ser
direcionado para os trabalhos de cura?
Resposta: Esse tipo
de mediunidade é muito eficiente
para a cura. O Pai Maneco sempre diz
que não existe um médico
que atenda ou faça uma cirurgia
sem um atendimento espiritual. Talvez
isso ocorra, ou seja você está
doando energias inconscientemente
para que os espíritos possam
trabalhar nos hospitais e consultórios
médicos.
Pergunta: Pessoas
que trabalham com massagens e praticam
a Umbanda podem receber pessoas acompanhadas
de obsessores. Elas não deveriam
ter mais preparo e proteção
espiritual para que isso não
aconteça ?
Resposta: Espiritualmente
as pessoas são preparadas na
gira e mesmo em qualquer outra religião.
O importante é o equilíbrio
para não se deixar influenciar
por espíritos ou por energias
negativas.
Pergunta: Todo dependente
químico sofre uma obsessão?
Eu acho que algumas pessoas por seu
próprio espírito se
tornam dependentes.
Resposta: Não,
a pessoa não é levada
a se drogar por espíritos,
mas passa a sofrer uma obsessão
quando isso acontece. É como
jogar mel no chão: ele atrairá
abelhas.
Pergunta: A respeito
do Psiquê. Até onde sou
eu? Até onde é verdade?
Onde é o começo e o
fim da incorporação
e da intuição?
Resposta: Quando
você se propõem a entrar
na gira você passa a desenvolver
sua mediunidade. Você tem que
relaxar e se entregar aos espíritos.
Pergunta: Ser médium
pode ser um transtorno na vida da
pessoa, até mesmo enaltecendo
seu ego. Como pode acontecer isso?
Resposta: Médium
todos são. A vaidade de cada
um é problema de cada um. Se
as pessoas aprenderem que não
são auto-suficientes teriam
muito mais segurança para fugir
da vaidade. Por falar em vaidade,
você sabe o que é que
humildade? Segundo o Pai Maneco humildade
é não julgar os outros.
Pergunta: Eu queria
saber a respeito da loucura.
Resposta: Às
vezes a pessoa é levada a loucura
por uma influência espiritual.
Se o espírito é retirado
a pessoa se cura. Mas quando uma pessoa
é portador de uma doença
mental comprovada, os espíritos
podem apenas ajudar a transmitir calma
e amenizar o problema, mas dificilmente
poderão cura-las. Nós
ficamos penalizados com essas pessoas,
mas temos que entender que eles vivem
no mundo deles e devermos aceitar
com fé o carma de cada um.
Comentário do Pai Fernando
de Ogum: O espírito
está presente na matéria
permanentemente atuando de varias
maneiras. Deve-se tomar cuidado para
separar o que é fantasia e
o que não é. A mediunidade
ajuda no desenvolvimento espiritual
dos médiuns da seguinte forma:
o ser humano tem todo um complexo
interno de emoções onde
os espíritos atuam até
que ele esteja com todas as emoções
e sentimentos no mesmo nível
e em perfeita harmonia, o que criaria
o homem perfeito, aquele que tem todas
as emoções como a força,
a determinação, o amor,
a alegria, a humildade, a inocência,
a fidelidade e a fé em todo
seu potencial Maximo e harmonioso.
Pergunta: A humildade
é só no julgamento ou
pode ocorrer na prática?
Resposta: A humildade
não é praticada, é
inerente de cada um.
Comentário do Pai André
de Xangô: Humildade
é um estado de espírito.
Comentário do Bitty:
Todo relacionamento gera Karma (tanto
bom, quanto ruim). O exercício
da humildade é neutralizar
este Karma, não julgando. Prática
devocional e sofrimento.
Pergunta formulada pelo sr.
Rogger através do correio eletrônico:
"Somos todos espíritos
e já fazemos parte da Eternidade,
sendo que temos a chance de orientar,
ajudar etc., os espíritos que
se encontram em estados de obsessão,
a se desapegarem das memórias
de todo e qualquer fato que os mantenham
ligados à dimensões
que já não lhes comportam
mais, incentivando-os à coragem
para seguir seus caminhos..."
Por que não se tentar trabalhar
estes desapegos com os próprios
espíritos encarnados, especificamente
nós mesmos, que tanto tratamos
os "desencarnados" como
"inferiores"? (já
presenciei várias vezes, prepotência,
absurdo, isto) Por que, como espíritos
parcialmente na Luz, não nos
impomos nossa própria evolução
("forçando" os que
nos "obsediam" nos nossos
pequenos vícios
sustentando-lhes estas fraquezas),
interrompendo assim esta espécie
de "ciclo" de dependências??
Como bem colocado pelo nobre colega
Biti: Somos obsessores de nós
mesmos! Penso que, se não tivermos
a coragem de enfrentar nossas dependências,
como fazemos com os outros, EM QUALQUER
DIMENSÃO, além de demonstrarmos
nossas fragilidades, estaremos nos
candidatando a futuros/passados/futuros/passados...
obsessores quando, abruptamente, seremos
forçados a trabalhar estes
desapegos pela falta de "veículo
físico" para o suprimento
destas, agravando, em muito, nossa
incompetência em interferir
em ciclos mais evoluídos. Fico
indignado com as obsessões
em crianças ainda, invadidos
pelas falanges de dependentes, manipulados
por comandos terrenos. Todas as drogas,
principalmente as lícitas (fumo,
álcool) tem, há muito
tempo, contrariado a natureza humana.
Onde está a evolução
num plano mais elevado, ou melhor,
o que nós estamos (espíritos
encarnados) fazendo em respeitáveis
Centros ou outros Portais dimensionais
para "fechar estes ciclos"?
Os Karmas nos serão perdoados,
se nos esforçarmos para tal.
Acredito que 03 fatos nos mantém
na Roda da Reencarnação:
Memórias (apegos), Missões
(opções/compromissos)
e "contas à pagar"
(Karmas)... Muito me afetam as falhas
no segmento Humildade, para mim, o
maior sinônimo de Superioridade
(temos o maior exemplo no Altar),
quando nos deparamos com os verdadeiros
"papas da sabedoria cósmica",
nos tentando impôr as maneiras
de tratamento aos Espíritos
de Luz que conosco colaboram no auxílio
aos nossos irmãos menos privilegiados
com o conhecimento sobre o Universo,
o sentido da Existência, os
Desígnios da Criação
para cada um. Tratemos estes "papados"
tanto como fragilidades, as mesmas
das obsessões etc., quando
poderemos realmente afirmar que "estamos
fazendo nossa parte"...
Comentário:
Estou de pleno acordo com os comentário
do Rogger, exceto em duas questões:
as crianças não sofrem
obsessões espirituais por serem
puros e isentos de vícios que
possam motivar uma aproximação
de entidades necessitadas, principalmente
por sua aura ainda estar vibrando
em outra faixa, ele menciona espíritos
inferiores, devemos ter em conta que
são inferiores aos espíritos
de luz, mas não a nós
encarnados porque vibram na mesma
faixa, tanto que os vícios
dos espíritos são idênticos
aos nossos quando
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