Terreiro de Umbanda do Pai Maneco, sexta-feira, 18 agosto de 2017

Livro Wlad Os Prisioneiros do Destino

"Os Prisioneiros do Destino", conta a história de um clã cigano, que viveu sobre a Terra durante o século XV, na Hungria, e hoje trabalham na linha cigana da Umbanda. A história cita desde o nascimento, até a morte de Wladmir, essa entidade tão importante na linha cigana. Um detalhe sobre o livro. Ele não foi psicografado, mas foi encomendado por uma entidade.

Eu sempre fui eclética com relação à religião, nunca tive qualquer tipo de preconceito, e sempre nutri um carinho especial pela Umbanda. Sou de origem cigana, entretanto não acreditava que pessoas "não ciganas" pudessem incorporar espiritos ciganos, ou tê-los como protetores, eu achava que somente ciganos de sangue poderiam ter esse tipo de contato. Acabei fazendo amizade com uma moça de Jundiaí, sua mãe é mãe de santo, o centro chama-se Fraternidade Espiritual São Francisco de Assis. E eles fazem anualmente uma linda festa de homenagem à linha de ciganos. Elas, gentilmente, me convidaram para participar, justamente pelo fato de eu ser cigana de origem. Fui, apesar de não acreditar que eles estariam realmente incorporados com espiritos ciganos. Fui descrente. A festa estava realmente muito bonita, e em um dado momento uma médium incorporada por um cigano me chamou de canto, e se apresentou a mim em romanes, esse era Wlad, o personagem do livro, o que me surpreendeu imensamente, afinal eu estava descobrindo naquele momento que pessoas não ciganas podem sim ter entidades e protetores que tenham sido ciganos em vida, pelo fato de ele estar falando tão fluentemente na lingua cigana. Aquilo me cativou profundamente, conversei com a Mãe e comecei a frequentar o centro. Depois de um tempo comecei a desenvolver minhas próprias entidades, e foi algo muito importante e especial para mim. Em uma certa noite, durante um trabalho de esquerda, um Exu, Sr Cobra, me chamou para conversar com ele. Até então ninguem sabia que eu era escritora. E ele me encomendou a história de Wladmir, mas pediu que eu o chamasse de Wlad no livro, para que as pessoas pudessem entender que Wladmir é a sub-linha, a vibração onde várias entidades da linha cigana trabalham, mas não necessariamente o mesmo Wladmir chefe da linha (lendo o livro talvez pensemos que possa sê-lo... rs). Sr Cobra ditou o inicio do livro naquela noite, e mandou que eu me concentrasse, pois o restante da história me seria revelada. A única coisa que ele me pediu em troca da história com a qual estava me presenteando naquele momento é que a maior parte da venda desse livro fosse revertida para a caridade.
Hoje já não frequento mais esse centro, pois me mudei para o interior de SP, e até o momento não encontrei outro que me tocasse tão profundamente a alma. Agora que está terminado o livro estou fazendo a minha parte, que é a divulgação.

Agradeço imensamente a atenção, que Oxalá os Abençõe,
Lara Orlow

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