Terreiro de Umbanda do Pai Maneco, sexta-feira, 22 setembro de 2017

Espíritos

Antes de analisarmos as entidades que trabalham na Umbanda, devemos ter um conhecimento superficial de alguns espíritos que coabitam conosco o planeta Terra. Eu entendi isso com uma experiência que jamais vou esquecer. Concentrado na mesa de trabalhos espirituais quando então eu era kardecista vi um menino de uns sete anos brincando com uma bola. Estava envolvido por um mundo de trevas que me assustou. Entidades feias e escuras estavam ao lado do garoto, que me pareceu estar correndo um grande perigo, pois julguei que ele estava sendo perseguido por essa turba desajustada e de energias pesadas. Nesse momento o guia explicou-me que isso era o que eu estava vendo, e ele iria mostrar-me o que o menino via.

Imediatamente a escuridão deu lugar a um sol lindo, os montes escuros se iluminaram e se transformaram em jardins floridos e encantadores, no horizonte dava para ver um céu azul e tranqüilo, uma suave brisa morna envolveu meu corpo e vi lindos espíritos que acompanhavam o menino brincalhão.

Entendi os dois mundos: conforme o meu estado, se triste e cheio de amarguras, eu me envolvo em uma vibração semelhante, mas se eu estiver alegre e com o coração voltado para Deus, posso enxergar a beleza de uma vibração espiritual. A partir desse momento eu tinha noção de avaliar as várias camadas espirituais e os planos que as entidades habitam. Isso é apenas uma pincelada de um mundo muito maior, mas achei interessante explicar para que seja entendido o funcionamento do mundo espiritual e como eles vivem nesses planos.

Um espírito quando desencarna, conforme seus méritos algum caminho ele vai tomar. Vejo muitas pessoas falarem que o espírito não pode se manifestar antes de três dias, ou como pode estar evoluído se desencarnou há pouco e assim por diante. No mundo espiritual não existe tempo e hora. Existe um ciclo evolutivo sem marcas, que poderia ser em nosso plano de um segundo até um século. Refuto as horas marcadas, e com as tais horas grande (meia noite) tão observada pelos umbandistas. Eu me atrapalho quando o governo resolve mudar para o chamado horário de verão, pois não sei se a hora grande será na meia-noite ou na primeira hora do dia seguinte.

Fiz essas menções para poder explicar sobre os espíritos. É muito comum quando alguém desencarna ele aparecer para várias pessoas em lugares diferentes. Falei já sobre a aura, ou seja a matéria, o duplo etéreo ou cascão, o perispirito e o espírito. Tudo que ocupa espaço tem um duplo etéreo, desde os homens, animais, plantas e todos os objetos criados. O que aparece para as pessoas é o cascão do desencarnado, que é quase material e logo de dissolve, como se fosse a tela de um lampião à gás. Daí em diante o espírito fica com o perispirito, e à medida que o espírito evolui, também vai desaparecer, até ficar só o espírito, aqueles que nós chamamos de luz.

Às vezes o espírito desencarna e não tem consciência disso. Passa a viver no mundo material, vai ao trabalho, fala com a família e fica irritado quando não lhe respondem. Ele vive como nós quando estamos sonhando, que mudamos de lugar e cenas repentinamente. Acho que posso dar esse exemplo com um filme que acredito que todos tenham assistido, e quem ainda não o assistiu que trate de faze-lo pelas locadoras de vídeos: O Sexto Sentido. Nesse filme o personagem vive no mundo dos encarnados pensando estar encarnado e ele só é visto pelo menino vidente.Tanto esse filme como o outro chamado Ghost · O Outro Lado da Vida, todos devem assistir. A felicidade dos diretores foi tão grande que eles se transformaram em filmes educativos para os aprendizes do espiritismo. Tudo perfeito e como realmente acontece.

Vamos deixar o grandalhão Bruce Willys de lado para voltar ao espírito que desencarnou e não sabe. Ele briga com toda a família porque sendo ignorado ele acredita estar sendo desrespeitado. O que se deve fazer para encaminhar um espírito desse tipo é apenas dar-lhe conselhos, afasta-lo delicadamente sem nenhuma evocação dos exus, pois é um trabalho para a Umbanda e não para a Quimbanda. Normalmente quando eles tomam o choque da realidade do desencarne, caem em profundo choro e são serenamente levados pelos espíritos guias que os levam às colônias e hospitais do espaço. Alguns deles, exercendo o livre arbítrio, apesar de saberem que desencarnaram continuam presos à matéria, alimentando seus vícios, desde o sexo até as drogas e bebidas alcoólicas. Eles induzem os encarnados fracos a se prostituírem, a beberem, a se drogarem e a outras infinidades de situações que não condizem com a ética humana e social. São mais difíceis de se convencerem, mas um dia outro acabam sendo levados pelos seus protetores.

Existem ainda os espíritos vingativos, que sabem que desencarnaram e prejudicam aqueles que eles entendem como seus inimigos. Um detalhe interessante é que os espíritos que querem viver junto à matéria, precisam da energia dos encarnados que funciona como sendo uma ancora e os prende aqui. Isso causa nos encarnados que doam essa energia inconscientemente situações de incômodos, desespero, sensações da morte e arrepios.

Dei pequenos exemplos para todos entenderem a complexidade do mundo espiritual atrasado dos espíritos comuns, familiares e que dividiam conosco o espaço físico do nosso mundo. Esses espíritos são facilmente encaminhados pelos guias e mentores espirituais, exceto quando eles tornam-se vitimas dos espíritos que formam o exército dos malfeitores do espaço, os inimigos do bem, os habitantes do astral inferior. São os espíritos animalizados, inteligentes e tentam destruir tudo que é bom. Os espíritos comuns são pequenas pombas sob a vista do gavião caçador. Ficam sem defesa, sofrem, são subjugados e acabam tornando-se soldadinhos dos generais da escuridão. Aí entra a Umbanda. Esse é o nosso trabalho e para isso a religião foi criada. Para combater as forças inteligentes do mal, aqueles que manipulam a magia negra, que amaldiçoam Deus e zombam do cristianismo. Eles criam campos de força de tal grandeza para a prática do mal, que só mesmo a Umbanda tem a capacidade, facilidade e inteligência para derrota-los, através da magia do preto-velho, do caboclo e do exu.

A permanente demanda da Umbanda é contra o mal, através da magia bondosa da ação e doces palavras desses Orixás que nos guiam e protegem.

  1.  Os espíritos para trabalharem na Umbanda têm que ter tido uma reencarnação dentro das características das entidades que fazem parte da religião. Digamos que um espírito desencarna, conquista sua evolução e está em condições de trabalhar incorporando um médium. Quer trabalhar como caboclo, mas se não tiver sido em vidas anteriores um deles, não tem como inventar um cascão, uma vez que ele não ocupou um corpo de índio. Chama-se ·usar o cascão de uma vida anterior· .
  2. Mesmo um espírito contemporâneo quando usa um cascão de vida anterior, vem com todas as características e a cultura daquela vida. Digamos que um médico que desencarnou neste século, se voltar como índio que desencarnou há século anterior, vai ser exatamente como viveu naquela época, apagando o seu comportamento como médico, embora possa, em outra linha, trabalhar como médico e não se comportar como índio. .
  3. Podemos separar de uma forma grosseira dois tipos de estágios dos espíritos: os sofredores, que são os espíritos comuns, e os malignos que são os que estão ao serviço da magia negra. Os primeiros podem ser atendidos pelo espiritismo tradicional, e os segundos somente através de trabalhos de construção de forças positivas, no caso a Umbanda.

Perguntas e respostas sobre espíritos

Pergunta: Como a gente faz para usufruir de alguns prazeres da vida com uma certa proteção espiritual?
Resposta: Tudo o que ultrapassa o razoável não é bom. Devemos perceber quando o prazer esta em excesso para domina-lo sem deixar este que ele se transforme em um tormento. Quando não se domina-lo, pode estar acontecendo a interferência de um espírito que partilha desse prazer, o que é um obsessor. Devemos ficar vigilantes para que isso não aconteça.

Pergunta: Qual a diferença entre possessão e obsessão?
Resposta: Na obsessão o espírito apenas dá a idéia de fazer alguma coisa, e a pessoa com seu livre arbítrio decide se faz ou não. Na possessão o espírito domina e toma conta da pessoa. São verdadeiros animais. Um exemplo é o de um menino de 14 anos que entrou carregado por outras pessoas no centro kardescista que eu trabalhava. Eu percebi que ele estava possuído por um espírito. Depois da realização de um trabalho o menino voltou a si e disse que não sabia o que lhe acontecia, mas sabia que um bicho grande e feio pulava nele.

Pergunta: Nós temos uma facilidade em absorver estes espíritos, mas como fica o nosso espírito? Ele é passível a isso tudo?
Resposta: O obsessor projeta o desejo e você exerce o seu livre arbítrio. No fundo o teu espírito é quem aceitou a idéia.

Pergunta: Nós temos as nossas obsessões. A possessão seria uma soma dos espíritos que obsidiam em uma mesma freqüência?
Resposta: Na obsessão você não é possuído, é um espírito que te incentiva, cabendo a você seguir os conhecimentos adquiridos na Umbanda e trabalhar o seu interior não permitindo ser dominado. Na possessão a vontade é única do espírito dominador.

Pergunta: Quando você vem para o terreiro, você não traz o obsessor?
Resposta: Na maioria das vezes.

Pergunta: Uma das funções do médium não é trazer este espírito para o terreiro onde ele será encaminhado?
Resposta: Sim, isto acontece mesmo. Mas não espere que o guia diga que você está com um obsessor. Você tem que pedir, não para que o levem embora, mas sim para que encaminhem este espírito para um lugar de luz. Eles estão sofrendo por não saberem e se conscientizarem da situação em que se encontram, que não tem nada a ver como que a pessoa viveu na terra evolutivamente. As pessoas morrem e os seus espíritos ficam uns com consciência do desencarne, e outros não sabem que desencarnaram e ficam revoltados com o estranho pouco caso que os encarnados lhes dispensam. Nós não podemos medir o estado do espírito pelo que ele foi quando ocupava o corpo carnal.

Pergunta: Eu imagino que quando eu entro no terreiro os espíritos atrasados que me acompanham serão levados embora mesmo sem eu pedir. É certo?
Resposta: Vão embora em termos. Por causa da tronqueira alguns espíritos não entram no terreiro. E quando você sai eles estão te esperando lá fora. Além disso, se você aceita um, obsessor você exerceu o livre arbítrio impedindo que entidades protetoras que possam afasta-los de você.
Comentário do Pai Fernando de Ogum:

Quando você está com um obsessor você começa a sentir o que o espírito sente. Mas se você percebe que é um espírito você não se deixar influenciar. Muitas vezes o espírito nem sabe que está causando algum mal. É normal uma pessoa desencarnar e querer ficar com a família por amor e hábito, causando a eles muitas inconveniências"

Pergunta: Como saber que a minha dor é devido à um espírito?
Resposta: Pela intuição e pelos sintomas. A intuição é muito importante no desenvolvimento mediúnico. Toda a doença tem sintomas, e a obsessão é uma doença espiritual e seus os sintomas iremos analisar mais tarde.

Pergunta: Eu acredito que a intuição é uma coisa nata, sem desenvolvimento. Estou correta?
Resposta: O treinamento da intuição é separa o real do irreal. Tem que saber quando é intuição e quando não é, senão a pessoa começa a entrar no mundo da ilusão e da criação imaginativa. A intuição é a percepção de um fato do presente. O passado e o futuro é devem ser desprezados na lida da intuição.

Pergunta: Podemos dizer que a maioria das coisas erradas que fazemos é influência dos espíritos?
Resposta: O espírito influencia porque você já estava errado. Vibração ruim atrai espírito ruim. O semelhante atrai o semelhante.

Pergunta: A obsessão só acontece com as pessoas que estão com baixa vibração? Ou os espíritos obsessores podem buscar a luz em algumas pessoas?
Resposta: Quando a pessoa se envolve com o alcoolismo ou a droga inicia-se um processo vibratório da baixa freqüência atraindo os espíritos que vivem nessa camada negativa podendo tornar-se uma vitima do assédio desses espíritos viciados, dificultando a cura de seu vicio.

Pergunta: Manifestações através de ruídos, barulhos, existem ou são apenas imaginações?
Resposta: O movimento da matéria por um espírito depende da criação de um campo de força (manipulação de energia, ectoplasma). São normais esses fenômenos físicos.

Pergunta do Pai André de Xangô: Quando esses fenômenos acontecem tem que ter deslocamento de ectoplasma. Uma vez foi feito um trabalho no terreiro para um bebê que estava com água nos pulmões, eu tinha em casa um aquário de vidro com 90L de água que esvaziou 3 vezes, eu colocava água e a água sumia. No dia seguinte o ronco estava alagado. De onde pode ter saído este ectoplasma?
Resposta: Nesse caso não é ectoplasma, é magia. No momento em que fizemos um trabalho criamos um campo de força que pode ter ocasionado isto.

Pergunta: Se eses barulhos ocorrem devido ao deslocamento de ectoplasma que pode ser direcionado para cura. Eu vejo espíritos todos os dias, principalmente à noite. Isso também pode ser direcionado para os trabalhos de cura?
Resposta: Esse tipo de mediunidade é muito eficiente para a cura. O Pai Maneco sempre diz que não existe um médico que atenda ou faça uma cirurgia sem um atendimento espiritual. Talvez isso ocorra, ou seja você está doando energias inconscientemente para que os espíritos possam trabalhar nos hospitais e consultórios médicos.

Pergunta: Pessoas que trabalham com massagens e praticam a Umbanda podem receber pessoas acompanhadas de obsessores. Elas não deveriam ter mais preparo e proteção espiritual para que isso não aconteça ?
Resposta: Espiritualmente as pessoas são preparadas na gira e mesmo em qualquer outra religião. O importante é o equilíbrio para não se deixar influenciar por espíritos ou por energias negativas.

Pergunta: Todo dependente químico sofre uma obsessão? Eu acho que algumas pessoas por seu próprio espírito se tornam dependentes.
Resposta: Não, a pessoa não é levada a se drogar por espíritos, mas passa a sofrer uma obsessão quando isso acontece. É como jogar mel no chão: ele atrairá abelhas.

Pergunta: A respeito do Psiquê. Até onde sou eu? Até onde é verdade? Onde é o começo e o fim da incorporação e da intuição?
Resposta: Quando você se propõem a entrar na gira você passa a desenvolver sua mediunidade. Você tem que relaxar e se entregar aos espíritos.

Pergunta: Ser médium pode ser um transtorno na vida da pessoa, até mesmo enaltecendo seu ego. Como pode acontecer isso?
Resposta: Médium todos são. A vaidade de cada um é problema de cada um. Se as pessoas aprenderem que não são auto-suficientes teriam muito mais segurança para fugir da vaidade. Por falar em vaidade, você sabe o que é que humildade? Segundo o Pai Maneco humildade é não julgar os outros.

Pergunta: Eu queria saber a respeito da loucura.
Resposta: Às vezes a pessoa é levada a loucura por uma influência espiritual. Se o espírito é retirado a pessoa se cura. Mas quando uma pessoa é portador de uma doença mental comprovada, os espíritos podem apenas ajudar a transmitir calma e amenizar o problema, mas dificilmente poderão cura-las. Nós ficamos penalizados com essas pessoas, mas temos que entender que eles vivem no mundo deles e devermos aceitar com fé o carma de cada um.
Comentário do Pai Fernando de Ogum:

O espírito está presente na matéria permanentemente atuando de varias maneiras. Deve-se tomar cuidado para separar o que é fantasia e o que não é. A mediunidade ajuda no desenvolvimento espiritual dos médiuns da seguinte forma: o ser humano tem todo um complexo interno de emoções onde os espíritos atuam até que ele esteja com todas as emoções e sentimentos no mesmo nível e em perfeita harmonia, o que criaria o homem perfeito, aquele que tem todas as emoções como a força, a determinação, o amor, a alegria, a humildade, a inocência, a fidelidade e a fé em todo seu potencial Maximo e harmonioso.

Pergunta: A humildade é só no julgamento ou pode ocorrer na prática?
Resposta: A humildade não é praticada, é inerente de cada um.
Comentário do Pai André de Xangô: Humildade é um estado de espírito.
Comentário do Bitty: Todo relacionamento gera Karma (tanto bom, quanto ruim). O exercício da humildade é neutralizar este Karma, não julgando. Prática devocional e sofrimento.

Pergunta formulada pelo sr. Rogger através do correio eletrônico:
"Somos todos espíritos e já fazemos parte da Eternidade, sendo que temos a chance de orientar, ajudar etc., os espíritos que se encontram em estados de obsessão, a se desapegarem das memórias de todo e qualquer fato que os mantenham ligados à dimensões que já não lhes comportam mais, incentivando-os à coragem para seguir seus caminhos..." Por que não se tentar trabalhar estes desapegos com os próprios espíritos encarnados, especificamente nós mesmos, que tanto tratamos os "desencarnados" como "inferiores"? (já presenciei várias vezes, prepotência, absurdo, isto) Por que, como espíritos parcialmente na Luz, não nos impomos nossa própria evolução ("forçando" os que nos "obsediam" nos nossos pequenos vícios sustentando-lhes estas fraquezas), interrompendo assim esta espécie de "ciclo" de dependências?? Como bem colocado pelo nobre colega Biti: Somos obsessores de nós mesmos! Penso que, se não tivermos a coragem de enfrentar nossas dependências, como fazemos com os outros, EM QUALQUER DIMENSÃO, além de demonstrarmos nossas fragilidades, estaremos nos candidatando a futuros/passados/futuros/passados... obsessores quando, abruptamente, seremos forçados a trabalhar estes desapegos pela falta de "veículo físico" para o suprimento destas, agravando, em muito, nossa incompetência em interferir em ciclos mais evoluídos. Fico indignado com as obsessões em crianças ainda, invadidos pelas falanges de dependentes, manipulados por comandos terrenos. Todas as drogas, principalmente as lícitas (fumo, álcool) tem, há muito tempo, contrariado a natureza humana. Onde está a evolução num plano mais elevado, ou melhor, o que nós estamos (espíritos encarnados) fazendo em respeitáveis Centros ou outros Portais dimensionais para "fechar estes ciclos"? Os Karmas nos serão perdoados, se nos esforçarmos para tal. Acredito que 03 fatos nos mantém na Roda da Reencarnação: Memórias (apegos), Missões (opções/compromissos) e "contas à pagar" (Karmas)... Muito me afetam as falhas no segmento Humildade, para mim, o maior sinônimo de Superioridade (temos o maior exemplo no Altar), quando nos deparamos com os verdadeiros "papas da sabedoria cósmica", nos tentando impôr as maneiras de tratamento aos Espíritos de Luz que conosco colaboram no auxílio aos nossos irmãos menos privilegiados com o conhecimento sobre o Universo, o sentido da Existência, os Desígnios da Criação para cada um. Tratemos estes "papados" tanto como fragilidades, as mesmas das obsessões etc., quando poderemos realmente afirmar que "estamos fazendo nossa parte"...
Comentário: Estou de pleno acordo com os comentário do Rogger, exceto em duas questões: as crianças não sofrem obsessões espirituais por serem puros e isentos de vícios que possam motivar uma aproximação de entidades necessitadas, principalmente por sua aura ainda estar vibrando em outra faixa.

Ele menciona espíritos inferiores, devemos ter em conta que são inferiores aos espíritos de luz, mas não a nós encarnados porque vibram na mesma faixa, tanto que os vícios dos espíritos são idênticos aos nossos.

Bandeira da Amizade